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Paulo FloroDo NE10
Ensino superior a distância democratiza acesso para alunos do interior
O estudante Melqui Ferreira cursa gestão de recursos humanos pela internet, de Surubim: "não quis encarar viagem até Recife todo dia"
Foto: Divulgação
Paulo FloroDo NE10
A cena ainda é comum: perto das 22h, diversos ônibus fretados aguardam os estudantes da Universidade Católica de Pernambuco, no Centro do Recife, saírem das aulas. Os coletivos vêm de cidades do Interior. Cena parecida acontece na Universidade Estácio de Sá - Fir, no bairro do Prado, na Zona Oeste. Essa realidade encontrou uma mudança com o crescimento da oferta de cursos a distância que vem democratizado o acesso ao ensino superior, como demonstra um relatório elaborado pela Associação Brasileira de Ensino a Distância (Abed) e o Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais (Inep). Em 2011 foram 992.927 mil de matrículas, o que representa 14,6% dos ingressos do ensino superior.
O ensino a distância vem sendo uma alternativa para cidades do Interior do Estado sem faculdades públicas ou privadas. Antes, grande contigente de jovens se mudavam para a capital para morar em repúblicas. Mais recentemente, a melhor opção é mesmo encarar a estrada. No ensino a distância a praticidade e a economia gerada parece ter vendido o receio que muitos tinham em um passado recente, de que se tratava de ensino de baixa qualidade. "Muitos pensam que EAD é mais fácil em relação a uma gradução com aulas presenciais, mas é justamente o contrário. O aluno precisa mostrar mais interesse, mais dedicação para poder acompanhar o conteúdo", explica Fernanda Bittencourt, diretora da área de ensino a distância da Universidade Estácio de Sá - FIR.
O ensino a distância vem sendo uma alternativa para cidades do Interior do Estado sem faculdades públicas ou privadas. Antes, grande contigente de jovens se mudavam para a capital para morar em repúblicas. Mais recentemente, a melhor opção é mesmo encarar a estrada. No ensino a distância a praticidade e a economia gerada parece ter vendido o receio que muitos tinham em um passado recente, de que se tratava de ensino de baixa qualidade. "Muitos pensam que EAD é mais fácil em relação a uma gradução com aulas presenciais, mas é justamente o contrário. O aluno precisa mostrar mais interesse, mais dedicação para poder acompanhar o conteúdo", explica Fernanda Bittencourt, diretora da área de ensino a distância da Universidade Estácio de Sá - FIR.
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