Sindicato decide adiar greve e Metrô funciona normalmente nesta terça-feira
Metroviários não chegaram a acordo com empresa, mas decidiram marcar nova negociação
Os metroviários de São Paulo decidiram, na noite desta segunda-feira (27), adiar a greve que estava programada para 0h desta terça-feira (28). O sindicato da categoria e o Metrô não chegaram a um acordo hoje, mas decidiram marcar uma nova rodada de negociação para a próxima segunda-feira (3). Os trabalhadores, porém, não descartaram uma paralisação na próxima quarta-feira (4).
A reunião foi remarcada porque a Companhia do Metropolitano de São Paulo concluiu que há possibilidade de prosseguir nas negociações, mas precisaria fazer alguns estudos. A categoria reivindica aumento real salarial de 14,6% e reposição de 7,3%.
Durante a tarde desta segunda-feira, representantes do Sindicato dos Metroviários de São Paulo e da Companhia do Metropolitano de São Paulo se reuniram na sala de audiências do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, porém não chegaram a um acordo.
Leia mais notícias de São Paulo
Se a categoria deflagrasse a greve, o órgão determinou que fosse mantido 100% dos trabalhadores no horário de pico (6h às 9h e das 17h às 19h) e 70% nos demais horários.
Os metroviários ainda insistiram em abertura da catraca como alternativa a greve. Porém, o TRT argumentou que o pedido esbara com a legislação vigente e implicaria na não paralisação dos trabalhadores, o que significaria a inexistência de uma greve.
Os metroviários de São Paulo decidiram, na noite desta segunda-feira (27), adiar a greve que estava programada para 0h desta terça-feira (28). O sindicato da categoria e o Metrô não chegaram a um acordo hoje, mas decidiram marcar uma nova rodada de negociação para a próxima segunda-feira (3). Os trabalhadores, porém, não descartaram uma paralisação na próxima quarta-feira (4).
A reunião foi remarcada porque a Companhia do Metropolitano de São Paulo concluiu que há possibilidade de prosseguir nas negociações, mas precisaria fazer alguns estudos. A categoria reivindica aumento real salarial de 14,6% e reposição de 7,3%.
Durante a tarde desta segunda-feira, representantes do Sindicato dos Metroviários de São Paulo e da Companhia do Metropolitano de São Paulo se reuniram na sala de audiências do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, porém não chegaram a um acordo.
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Se a categoria deflagrasse a greve, o órgão determinou que fosse mantido 100% dos trabalhadores no horário de pico (6h às 9h e das 17h às 19h) e 70% nos demais horários.
Os metroviários ainda insistiram em abertura da catraca como alternativa a greve. Porém, o TRT argumentou que o pedido esbara com a legislação vigente e implicaria na não paralisação dos trabalhadores, o que significaria a inexistência de uma greve.
A reunião foi remarcada porque a Companhia do Metropolitano de São Paulo concluiu que há possibilidade de prosseguir nas negociações, mas precisaria fazer alguns estudos. A categoria reivindica aumento real salarial de 14,6% e reposição de 7,3%.
Durante a tarde desta segunda-feira, representantes do Sindicato dos Metroviários de São Paulo e da Companhia do Metropolitano de São Paulo se reuniram na sala de audiências do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, porém não chegaram a um acordo.
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Se a categoria deflagrasse a greve, o órgão determinou que fosse mantido 100% dos trabalhadores no horário de pico (6h às 9h e das 17h às 19h) e 70% nos demais horários.
Os metroviários ainda insistiram em abertura da catraca como alternativa a greve. Porém, o TRT argumentou que o pedido esbara com a legislação vigente e implicaria na não paralisação dos trabalhadores, o que significaria a inexistência de uma greve.
Metroviários de São Paulo adiam início de greve que iria acontecer nesta terça-feira
Metroviários de São Paulo adiam início de greve que iria acontecer nesta terça-feira – Natasha Mekanna/FP
São Paulo (27/05) – Os metroviários de São Paulo, reunidos em assembleia hoje (27), decidiram suspender a greve marcada para iniciar amanhã (28). Os trabalhadores acataram a proposta da Companhia do Metropolitano de São Paulo de voltar a negociar na próxima segunda-feira (3), quando a empresa se comprometeu a apresentar uma nova proposta.
“Ou dia 3 [a empresa] faz uma proposta razoável ou dia 4 paramos o metrô de São Paulo”, disse o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Estado de São Paulo, Altino Melo. Uma nova assembleia ficou marcada para o próximo dia 3.
Os metroviários de São Paulo e a Companhia do Metropolitano não chegaram a um acordo hoje em reunião no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). As partes decidiram marcar uma nova rodada de negociação para a próxima segunda-feira (3). A empresa aumentou a proposta de reposição salarial de 5,37% para 6,42%. A categoria reivindica aumento real salarial de 14,6% e reposição de 7,3%. A companhia, no entanto, aceitou apresentar na próxima reunião uma nova proposta.
De acordo com a entidade dos trabalhadores, o aumento da tarifa do metrô, de R$ 3 para R$ 3,20, a partir do dia 2 de junho, não tem relação com a campanha salarial.
Mais de 4 milhões de pessoas usam o transporte diariamente. Das seis linhas, apenas uma não deve parar: a Linha 4 – Amarela, que liga a Estação da Luz, na região central, ao Butantã, na zona oeste, concedida ao setor privado. O indicativo de greve foi aprovado na semana passada.
Bruno Bocchini
Agência Brasil
Edição: Carolina Pimentel
Edição final: Natasha Mekanna/Folha Paulistana
Metroviários de São Paulo adiam início de greve que iria acontecer nesta terça-feira – Natasha Mekanna/FP
São Paulo (27/05) – Os metroviários de São Paulo, reunidos em assembleia hoje (27), decidiram suspender a greve marcada para iniciar amanhã (28). Os trabalhadores acataram a proposta da Companhia do Metropolitano de São Paulo de voltar a negociar na próxima segunda-feira (3), quando a empresa se comprometeu a apresentar uma nova proposta.
“Ou dia 3 [a empresa] faz uma proposta razoável ou dia 4 paramos o metrô de São Paulo”, disse o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Estado de São Paulo, Altino Melo. Uma nova assembleia ficou marcada para o próximo dia 3.
Os metroviários de São Paulo e a Companhia do Metropolitano não chegaram a um acordo hoje em reunião no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). As partes decidiram marcar uma nova rodada de negociação para a próxima segunda-feira (3). A empresa aumentou a proposta de reposição salarial de 5,37% para 6,42%. A categoria reivindica aumento real salarial de 14,6% e reposição de 7,3%. A companhia, no entanto, aceitou apresentar na próxima reunião uma nova proposta.
De acordo com a entidade dos trabalhadores, o aumento da tarifa do metrô, de R$ 3 para R$ 3,20, a partir do dia 2 de junho, não tem relação com a campanha salarial.
Mais de 4 milhões de pessoas usam o transporte diariamente. Das seis linhas, apenas uma não deve parar: a Linha 4 – Amarela, que liga a Estação da Luz, na região central, ao Butantã, na zona oeste, concedida ao setor privado. O indicativo de greve foi aprovado na semana passada.
Bruno Bocchini
Agência Brasil
Edição: Carolina Pimentel
Edição final: Natasha Mekanna/Folha Paulistana
Agência Brasil
Edição: Carolina Pimentel
Edição final: Natasha Mekanna/Folha Paulistana
Metroviários decidem esperar nova proposta do governo e adiam greve
Em assembleia geral na sede do sindicato, na noite desta segunda-feira (27), funcionários da Metrô optaram por aguardar até próxima semana, quando haverá outra reunião
Integrantes do Sindicato dos Metroviários de São Paulo não aderem a greve após assembleia dos funcionários
Os metroviários de São Paulo optaram na noite desta segunda-feira (27) pelo adiamento da greve, que estava prevista para começar nesta terça (28). Após votação em assembleia geral na sede do sindicato, no Tatuapé, a categoria decidiu esperar por uma nova proposta do governo do Estado até a próxima segunda (3), quando haverá outra reunião dos funcionários do Metrô. Caso o valor não seja o exigido pela categoria, a paralisação pode começar na terça (4).
Os metroviários haviam se reunido durante a tarde com representantes do Metrô no Tribunal Regional do Trabalho da 2.ª Região, no centro, para tentar uma conciliação. O Metrô pediu mais uma semana para reapresentar uma nova proposta para os trabalhadores. "Dia 3 ou (o Metrô) faz uma proposta razoável para a categoria, ou dia 4 para São Paulo", disse ao microfone o presidente do sindicato, Altino de Melo Prazeres Júnior. Ele sugeriu que a categoria vá "até o limite" para conquistar as reivindicações.
Os metroviários pedem aumento real de 14,16%, além de 7,3% de reposição salarial e reajuste de 24,3% para o vale-refeição. Há outras reivindicações, como o aumento do vale-alimentação para R$ 382,71 e equiparação salarial.
Entenda o caso: Metroviários fazem assembleia para decidir se mantêm greve
Os metroviários haviam se reunido durante a tarde com representantes do Metrô no Tribunal Regional do Trabalho da 2.ª Região, no centro, para tentar uma conciliação. O Metrô pediu mais uma semana para reapresentar uma nova proposta para os trabalhadores. "Dia 3 ou (o Metrô) faz uma proposta razoável para a categoria, ou dia 4 para São Paulo", disse ao microfone o presidente do sindicato, Altino de Melo Prazeres Júnior. Ele sugeriu que a categoria vá "até o limite" para conquistar as reivindicações.
Os metroviários pedem aumento real de 14,16%, além de 7,3% de reposição salarial e reajuste de 24,3% para o vale-refeição. Há outras reivindicações, como o aumento do vale-alimentação para R$ 382,71 e equiparação salarial.
Entenda o caso: Metroviários fazem assembleia para decidir se mantêm greve
No Metrô, em caso de greve, a única linha que funcionaria sem interrupção é a 4-Amarela (Luz-Butantã), já que seus funcionários pertencem a outro sindicato. É que a Linha 4 é administrada pela iniciativa privada, por meio de uma concessão do governo do Estado.
Com isso, podem ser paralisadas as Linhas 1-Azul (Tucuruvi-Jabaquara), 2-Verde (Vila Madalena-Vila Prudente), 3-Vermelha (Corinthians-Itaquera-Palmeiras-Barra Funda) e 5-Lilás (Capão Redondo-Largo Treze), por onde circulam, por dia, em média, quase 4 milhões de passageiros.
CPTM
Assim como os metroviários, os funcionários de quatro linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) também decidiram adiar a greve. A decisão foi tomada em assembleia realizada na frente da Estação Brás, na região central, por volta das 20h40.
De acordo com o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Sorocabana, Alessandro Viana, foi marcada uma audiência de conciliação com a CPTM para as 14 horas de terça-feira (28). Essa entidade representa as Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda.
Também participará dessa reunião o Sindicato dos Ferroviários da Central do Brasil, que igualmente sinalizava com a possibilidade de interrupção das Linhas 11-Coral e 12-Safira da CPTM. Na segunda (3), a CPTM deverá apresentar uma nova proposta para a categoria, que, no mesmo dia, avaliará se a aceita ou não.
A categoria pede a reabertura das negociações com a CPTM, reposição da inflação e aumento real de 5%. Além disso, os funcionários querem vale-refeição de 25 reais e um vale-alimentação. O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de São Paulo, que representa os empregados das Linhas 7-Rubi e 10-Turquesa, já havia fechado acordo com a CPTM na semana passada. Portanto, não haverá greve nesses ramais.
Com isso, podem ser paralisadas as Linhas 1-Azul (Tucuruvi-Jabaquara), 2-Verde (Vila Madalena-Vila Prudente), 3-Vermelha (Corinthians-Itaquera-Palmeiras-Barra Funda) e 5-Lilás (Capão Redondo-Largo Treze), por onde circulam, por dia, em média, quase 4 milhões de passageiros.
CPTM
Assim como os metroviários, os funcionários de quatro linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) também decidiram adiar a greve. A decisão foi tomada em assembleia realizada na frente da Estação Brás, na região central, por volta das 20h40.
De acordo com o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Sorocabana, Alessandro Viana, foi marcada uma audiência de conciliação com a CPTM para as 14 horas de terça-feira (28). Essa entidade representa as Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda.
Também participará dessa reunião o Sindicato dos Ferroviários da Central do Brasil, que igualmente sinalizava com a possibilidade de interrupção das Linhas 11-Coral e 12-Safira da CPTM. Na segunda (3), a CPTM deverá apresentar uma nova proposta para a categoria, que, no mesmo dia, avaliará se a aceita ou não.
A categoria pede a reabertura das negociações com a CPTM, reposição da inflação e aumento real de 5%. Além disso, os funcionários querem vale-refeição de 25 reais e um vale-alimentação. O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de São Paulo, que representa os empregados das Linhas 7-Rubi e 10-Turquesa, já havia fechado acordo com a CPTM na semana passada. Portanto, não haverá greve nesses ramais.
Outro lado
Em nota, o Metrô confirmou que, com a decisão, o transporte funcionará normalmente na terça (28). E disse que "conta com o bom senso da categoria em respeitar a solicitação" do TRT para suspender o movimento até semana que vem, "quando será feito novo encontro para negociação entre as partes".
Leia também: Tarifas de ônibus, trem e Metrô vão subir para R$ 3,20 em São Paulo
Em nota, o Metrô confirmou que, com a decisão, o transporte funcionará normalmente na terça (28). E disse que "conta com o bom senso da categoria em respeitar a solicitação" do TRT para suspender o movimento até semana que vem, "quando será feito novo encontro para negociação entre as partes".
Leia também: Tarifas de ônibus, trem e Metrô vão subir para R$ 3,20 em São Paulo
"A Companhia realizou neste mês seis reuniões com a categoria para negociar o reajuste dos metroviários, que reivindicam, além de reajuste de 8,06%, aumento real de 14,16%. Nos últimos sete anos, a soma de aumentos chegou a 48,84%. Somente acima de inflação, foram 8,8% no mesmo período. A Companhia concede uma série de benefícios aos seus funcionários, como participação nos lucros, vales Refeição e Alimentação, auxílio médico e previdência, além de outras gratificações."
*Com informações da Agência Estado
*Com informações da Agência Estado
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