Atendimento móvel de urgência passa a atender os 72 municípios da I Macrorregional de Saúde
“Não estamos entregando ambulâncias, mas um serviço de saúde à população”, afirmou o ministro Padilha, lembrando que esse é mais um esforço para a interiorização da assistência. Ele ainda disse que, após três meses de funcionamento, o Ministério da Saúde avalia os municípios e, caso esteja tudo dentro do planejado, dobra-se a verba federal repassada para o custeio. Já o senador Humberto Costa lembrou que o Samu existe desde 2003, e que o serviço ” é capaz de garantir, em grandes acidentesou situações de gravidade, um atendimento que é efetivamente resolutivo”.
Cada unidade de suporte básico representa um investimento de R$ 124,5 mil em sua compra, com a atuação de um técnico de enfermagem e um condutor a cada plantão. Já as UTIs custam R$ 198 mil e contam com uma equipe multidisciplinar, formada por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e condutor. No total, o investimento dos governos Federal Estadual na aquisição das 47 ambulâncias foi de, aproximadamente, 6,1 milhões.
Expansão – Com a ampliação do Samu para toda a I Macrorregional, o serviço passa beneficiar mais de 7,3 milhões de pessoas (85% dos pernambucanos). Até o final do ano, a perspectiva é ampliar a cobertura para 100% da população pernambucana, com a criação da Central do Sertão, com sede em Serra Talhada, e a expansão do Samu Petrolina.
Segundo o governador Eduardo Campos, até o fim do ano, serão investidos cerca de R$ 25 milhões no Samu no Estado, serviço que “salva muitas vidas e melhor a qualidade da chegada do paciente nos hospitais”. Para ele, é isso “que tipo de assistência que faz a diferença em um primeiro momento”.
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