Em homenagem ao Dia do Trabalho,
Google muda logotipo
Doodle, como é chamado o desenho, mostra trabalhadores.
Ao clicar na imagem, usuário acessa informações sobre a data.
O Google mudou o logotipo em seu site de buscas nesta quarta-feira (1º) em homenagem ao Dia do Trabalho. O doodle, como é chamada a imagem que substitui o logotipo da empresa em datas comemorativas, mostra diversos trabalhadores de diferentes áreas construindo a palavra Google.
Ao clicar na imagem, o usuário é levado para uma busca que traz mais informações sobre o Dia do Trabalho.
Google muda logotipo em homenagem ao Dia do Trabalho (Foto: Reprodução)
Em homenagem ao Dia do Trabalho,
Google muda logotipo
Doodle, como é chamado o desenho, mostra trabalhadores.
Ao clicar na imagem, usuário acessa informações sobre a data.
O Google mudou o logotipo em seu site de buscas nesta quarta-feira (1º) em homenagem ao Dia do Trabalho. O doodle, como é chamada a imagem que substitui o logotipo da empresa em datas comemorativas, mostra diversos trabalhadores de diferentes áreas construindo a palavra Google.
Ao clicar na imagem, o usuário é levado para uma busca que traz mais informações sobre o Dia do Trabalho.
Google muda logotipo em homenagem ao Dia do Trabalho (Foto: Reprodução)
Dia do Trabalho é marcado por protestos na Europa
Grécia vive segunda greve geral do ano. Na Espanha, manifestantes protestam contra medidas de austeridade e o número recorde de desempregados

Manifestantes se reúnem no centro de Atenas (Grécia) para manifestação durante greve geral neste 1º de Maio (Louisa Goulimaki/AFP)
O 1º de Maio na Europa é marcado por protestos contra medidas de austeridade. Nesta quarta-feira, Dia do Trabalho, uma greve geral afeta a circulação de trens e balsas na Grécia - além disso, funcionários dos hospitais cruzaram os braços em manifestação contra os cortes promovidos pelo governo. Na Espanha, país em que o número de desempregados ultrapassa seis milhões de pessoas, os dois maiores sindicatos, Ccoo e UGT, convocaram mais de 80 cidades para protestos contra os fortes cortes de gastos do governo.
Em uma coluna no jornal financeiro El Economista, o secretário-geral do Ccoo, Ignacio Fernandez Toxo, criticou a "enorme irresponsabilidade" do governo de permitir que o desemprego alcancasse tal nível. Candido Mendez, chefe do UGT, afirmou que ter mais de 6 milhões de pessoas desempregadas significa que "nunca houve um 1º de Maio com mais motivos para ir às ruas".
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Grécia - A convocação feita desta vez pelos principais sindicatos aproveita o fato de feriado do Dia do Trabalho ter sido transferido para a próxima semana para coincidir com a Páscoa ortodoxa – e o país ganhar um dia útil. Às 11 horas locais (5 horas em Brasília) começou uma manifestação na Praça de Klathmonos, no centro de Atenas, convocada pelos dois sindicatos majoritários, o ADEY, do setor público, e o GSEE, do privado.
Os transportes públicos estão tendo várias interrupções, mas não acontece uma paralisação total no trânsito, já que os ônibus vão funcionar entre 9 horas e 21 horas, somando-se à greve apenas após esse período. Desta forma, o sindicato do setor pretende facilitar a participação popular nas manifestações.
O metrô, o trem e os trólebus, por outro lado, farão o contrário para complementar a oferta de transporte e permanecerão fora de operação até as 21 horas. Todo o transporte marítimo está paralisado desde a meia-noite e as embarcações seguirão amarradas no porto até quinta-feira. O tráfego aéreo, por outro lado, não aderiu à greve e funciona normalmente. "Nossa mensagem hoje é muito clara: chega dessas políticas que machucam as pessoas e tornam os pobres mais pobres", disse Ilias Iliopoulos, secretário-geral do sindicato do setor público Adedy.
O metrô, o trem e os trólebus, por outro lado, farão o contrário para complementar a oferta de transporte e permanecerão fora de operação até as 21 horas. Todo o transporte marítimo está paralisado desde a meia-noite e as embarcações seguirão amarradas no porto até quinta-feira. O tráfego aéreo, por outro lado, não aderiu à greve e funciona normalmente. "Nossa mensagem hoje é muito clara: chega dessas políticas que machucam as pessoas e tornam os pobres mais pobres", disse Ilias Iliopoulos, secretário-geral do sindicato do setor público Adedy.
Paralelamente, na Turquia a situação já está quente. A polícia turca atirou água e gás lacrimogêneo para dispersar multidões que se reuniram em Istambul para uma manifestação.
(com agência Reuters)
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