Francesa vandaliza quadro famoso no Louvre
"La Liberté guidant le peuple", uma das mais importantes pinturas do francês Delacroix, foi vandalizada esta quinta-feira, em Lens, França, por uma mulher de 28 anos com alegados problemas psiquiátricos. Apesar dos estragos, a pintura não sofreu nenhum dano permanente.
| foto DR |
| Quadro exposto no Louvre |
Um dos quadros mais icónicos da história de França, "A Liberdade", de Delacroix, foi vandalizado na quinta-feira, mas sem danos permanentes, por uma mulher alegadamente com problemas psiquiátricos, foi divulgado esta sexta-ferira.
A mulher, de 28 anos, está detida e é acusada de ter usado um marcador negro para estragar a obra-prima "La Liberté guidant le peuple", exposta numa recém-inaugurada extensão do Museu Louvre, em Lens, no norte de França.
Desconhecem-se os motivos da mulher, mas o facto de ter escrito AE911 levantou a questão de poder sofrer de alucinações relacionadas com os atentados de 11 de setembro (9/11) de 2001, nos Estados Unidos.
A mulher conseguiu riscar o quadro antes de ser detida por um guarda, que contou com a ajuda de um outro visitante.
O Louvre disse que a pintura não sofreu um dano permanente e que especialistas foram capazes de "remover completamente" a marca de cerca de 30 centímetros, no canto inferior direito do quadro.
A pintura de Eugene Delacroix, que comemora a revolução de julho de 1830, em França, mostra uma mulher de seios nus, com o barrete frígio, que personifica a Liberdade guiando pessoas sobre os corpos dos mortos, segurando a bandeira francesa numa mão e uma espingarda na outra.
A autora do ataque, se for condenada por estragar um objeto cultural, arrisca-se a uma pena de prisão até sete anos e a uma multa de 100.000 euros
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