O cantor comparou o público europeu e brasileiro e criticou a qualidade do som em MP3
Da Redação entretenimento@band.com.br
Prestes a iniciar uma turnê de shows pelo Brasil, Paul McCartney concedeu entrevista exclusiva à revista Época desta semana. O cantor revelou que a bossa nova, estilo musical brasileiro surgido no final da década de 50, influenciou os Beatles. "A gente compôs algumas canções na vibração da bossa nova. Uma delas é "The fool on the hill", feita naquele tempo, meio que pensando na bossa brasileira".
McCartney contou que já fracassou ao tentar gravar canções no estilo musical. "Tentei gravar algo no ritmo da bossa nova no disco novo, até por sugestão da Diana Krall (pianista e produtora do disco) que já havia gravado Tom Jobim. Mas não funcionou, quem sabe porque faltavam músicos brasileiros".
Com shows marcados para Recife e Porto Alegre na semana que vem, o cantor comparou as plateias brasileiras e europeias. Para ele, os europeus demoram para tirar proveito do show e se divertir, enquanto os brasileiros já "entram na festa antes mesmo do início do show".
"As plateias brasileiras, especialmente, expressam alegria e interagem com os músicos, como se dançassem com a gente, como se o palco não nos separasse, é uma sensação muito gostosa. Quando me apresento na Europa, o público costuma se manter apático até mais ou menos a metade do show, como se não sentisse nada".
Sobre pirataria e qualidade do som nos aparelhos de MP3, McCartney afirmou que a popularização da tecnologia fez com que muita gente se acostumasse com o som de má qualidade. "Ouvir música em MP3 via telefone celular é uma experiência terrível, é verdade. Mas, se você vai a baladas de música dançante, notará que o som que os DJs têm perseguido é de altíssima qualidade. Então, nem tudo está perdido. O som evolui, apesar de tudo".
McCartney contou que já fracassou ao tentar gravar canções no estilo musical. "Tentei gravar algo no ritmo da bossa nova no disco novo, até por sugestão da Diana Krall (pianista e produtora do disco) que já havia gravado Tom Jobim. Mas não funcionou, quem sabe porque faltavam músicos brasileiros".
Com shows marcados para Recife e Porto Alegre na semana que vem, o cantor comparou as plateias brasileiras e europeias. Para ele, os europeus demoram para tirar proveito do show e se divertir, enquanto os brasileiros já "entram na festa antes mesmo do início do show".
"As plateias brasileiras, especialmente, expressam alegria e interagem com os músicos, como se dançassem com a gente, como se o palco não nos separasse, é uma sensação muito gostosa. Quando me apresento na Europa, o público costuma se manter apático até mais ou menos a metade do show, como se não sentisse nada".
Sobre pirataria e qualidade do som nos aparelhos de MP3, McCartney afirmou que a popularização da tecnologia fez com que muita gente se acostumasse com o som de má qualidade. "Ouvir música em MP3 via telefone celular é uma experiência terrível, é verdade. Mas, se você vai a baladas de música dançante, notará que o som que os DJs têm perseguido é de altíssima qualidade. Então, nem tudo está perdido. O som evolui, apesar de tudo".
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