Dia Nacional do Diabetes - 26 de junho


O Dia Nacional contra Diabetes, em 26 de junho, chama a atenção para os cuidados com a saúde e a prevenção ou tratamento desta doença que já alcançou níveis epidêmicos no país. A IDF (International Diabetes Federation) estima que o número de pessoas com diabetes em todo o mundo chegue a 330 milhões em 2025. Desse total, 80% viverão em países pobres, com pouco ou nenhum acesso a tratamentos que podem ajudar no controle da doença. Já no Brasil, estima-se que existam cerca de 10 milhões de portadores de diabetes, mas apenas metade deles sabe que têm a doença.
 
Hoje a medicina diagnóstica oferece soluções práticas e precisas para a detecção da doença. É possível gerenciar o diabetes seja com um monitor de glicemia ou com o Sistema de Infusão Contínua (SIC) de insulina, que simula a liberação natural da insulina pelo pâncreas, em um sistema totalmente automatizado, que funciona 24 horas, e ajuda o acompanhamento dos resultados das glicemias em um computador. Aparelhos modernos que cabem na palma da mão e têm conectividade via Bluetooth, exerce diversas funções, dentre elas, auxilia no autogerenciamento e tratamento do diabetes. 
 
Para fazer a automonitorização há vários tipos de monitores glicêmicos no mercado. Como exemplo, a Roche Diagnóstica disponibiliza um kit da linha Accu-Chek que vem com um monitor, um lancetador, 10 tiras de teste e 10 lancetas, o que já permite a realização dos primeiros testes. Já o Sistema Accu-Chek Combo possui um software que gerencia o bolus de insulina transferindo informações via controle remoto da bomba, por meio da tecnologia Bluetooth e leva em conta a contagem de carboidrato, valor de glicemia capilar, entre outros. Por isso, apresenta cinco programações que a pessoa com diabetes pode fazer para gerenciar situações rotineiras, como atividade física, estresse, doenças, tensão pré-menstrual e viagens.  



Tipos de Diabetes
O Diabetes Tipo 1 (DM1) é uma doença caracterizada pela destruição das células produtoras de insulina. Quando isso acontece, é preciso tomar insulina para viver e se manter saudável. As pessoas precisam de injeções diárias de insulina para regularizar o metabolismo do açúcar. As altas taxas de glicose acumulada no sangue, com o passar do tempo, podem afetar os olhos, rins, nervos ou coração.
O diabetes do tipo 2 possui um fator hereditário maior do que no tipo 1. Além disso, há uma grande relação com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos portadores da doença sejam obesos. A incidência é maior após os 40 anos. Uma de suas peculiaridades é a contínua produção de insulina pelo pâncreas.
Existe ainda o diabetes gestacional que é a alteração das taxas de açúcar no sangue que aparece ou é detectada pela primeira vez na gravidez. Pode persistir ou desaparecer depois do parto. Entre os principais sintomas do Diabetes estão as infecções freqüentes, alteração visual (visão embaçada), dificuldade na cicatrização de feridas, formigamento nos pés e furunculose.





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